quarta-feira, 18 de junho de 2008

Anões Alternativos


Ta ai...


Se um monte de blog ta falando disso, tenho que falar também...


A nova Mídia Alternativa, muito inteligente, e totalmente apropriada....


quarta-feira, 11 de junho de 2008

Desencanes!!!

Peças de mídia alternativa que ganharam no Desencanes!!

















sexta-feira, 30 de maio de 2008

O que vem por ai

Nessa última quarta o porfessor LH formou duplas na sala para que pensassemos em novas midia que poriam existir. Alguns tiveram algumas idéias muito estranhas mas deu pra aprender. Ter algumas idéias sobre o que pode vir por ai...

É isso....

terça-feira, 20 de maio de 2008

O trabalho certo pra cada um!






Midia Alternativa muito interesante que encontrei por ai.....

Da Jobs in Town, empresa que ajudar as pessoas a encontrarem o trabalho certo.....

o site: http://www.jobsintown.de/

Não gaste seu tempo no trabalho errado!!!

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Marketing Viral 2

Continuando falando sobre Marketing Viral....

Abaixo alguns textos que ajudarão a entender melhor MV:

Marketing Viral na Internet

De tempos em tempos surge, aparentemente do nada, um vídeo que se dissemina pelo mundo de maneira viralizada. Foi assim com o “Tapa na Pantera” e com diversos outros que podem ser vistos aqui. Quase sempre funciona da seguinte maneira: você recebe uma mensagem no MSN de um amigo - indignado por você nunca ter assistido à determinado vídeo - vem o link, você abre, manda para metade de seus contatos - indignado por nunca terem assistido ao dito cujo - e assim por diante. Pois bem, e como isso pode ser aproveitado por uma empresa?

“Vivemos em um mundo onde os consumidores resistem bravamente ao Marketing, por isso é imperativo parar de fazer marketing com as pessoas. A idéia é criar um meio no qual os consumidores possam negociar uns com os outros”.

Essa frase de Seth Godin, um dos principais gurus de marketing da atualidade, mostra que o ideal é que a comunicação seja viralizada, estabelecendo um ambiente no qual as pessoas se encarreguem de difundir as idéias por si próprias. Surge então um novo conceito de marketing: o vírus de idéia, ou idéia-vírus.
Esse vírus começa com uma lógica e poderosa idéia (não necessariamente um vídeo, claro) que começa a se espalhar seguindo um ciclo de vida. Para ativar a idéia existem os agentes contaminadores chamados de “espirradores” (seu amigo indignado, aquele Big Brother, o dono daquele blog, aquele jornalista, e por aí vai). Eles repassam a mensagem para 10, 20, 30 ou 100 pessoas sobre algo novo, iniciando o ciclo de vida do vírus. São também pessoas em que todos acreditam ou confiam, endossando assim a qualidade da mensagem.
É importante ressaltar também que nesse contexto todo Marketing Viral é um vírus de idéia, mas o contrário não é verdadeiro, como bem mostra o Kiko Psy. Para aproveitar isso, os profissionais que trabalham com o vírus da idéia levam em conta 5 princípios:

1. Criar o vírus é a parte mais importante de seu trabalho.2. Ao reconhecer e manipular os principais elementos da propagação de uma idéia, podem aumentar radicalmente as possibilidades de sucesso de um vírus.3. Um boca-a-boca digital se transforma num registro escrito on-line permanente, um legado que acompanhará o produto, para o bem ou para o mal, para sempre.4. A meta principal de um produto ou serviço não é simplesmente satisfazer as necessidades de um usuário, mas sim ser tão bom que um usuário conte para os amigos.5. Pelo fato de as idéias-vírus terem um ciclo de vida determinado, é preciso decidir o momento certo de parar de pagar para que sejam espalhadas e começar a cobrar por seu uso, obtendo lucros.
Além disso, duas perguntas são essenciais para quem deseja iniciar um idéia-vírus:

1. Vale a pena?Tem de valer a pena, não pode ser apenas mais um. Deve-se ter algumas ou todas das seguintes características:- Notável- Provocador- Importante- Rentável- Engraçado- Sensual- Horrível- Bizarro

2. A idéia flui?Pense em todos os e-mails que você recebeu hoje. Agora pense em quantos você abriu. Em quantos você leu. E acima de tudo, em quantos você encaminhou para os seus amigos. A idéia do vírus deve fluir, caso contrário ela morre logo no início de seu ciclo de vida.
Lembre-se que um vírus de idéia é bem sucedido quando penetra em nossas defesas naturais e causa impacto.

(texto extraído do blog da Oh! Comunicação)


Entrevista feita com Mario Persona pela revista Recall

Revista Recall: O marketing viral funciona como veículo de venda?

Mario Persona: O conceito viral é antigo: passar adiante uma mensagem que "contamine" o receptor e o faça simplesmente passar a mesma mensagem adiante ou fazer isso em conjunto com outras ações, como comprar algo ou se inscrever em algum serviço. As famosas correntes, as antigas cartas com orações promessas de bênção ou ameaças de maldição, já traziam em si o aspecto viral. Com a Internet o conceito cresceu e se potencializou. Agora cada pessoa envolvida pode "contaminar" centenas ou milhares de correspondentes.
Uma das primeiras ações de marketing viral na Internet foi usada pelo Hotmail, que incluía um convite para assinar o serviço no final de cada e-mail enviado por alguém que já era assinante. O serviço de mensagens instantâneas ICQ também promoveu ações de marketing viral levando cada novo usuário a convidar a baixar o software qualquer pessoa com quem ele quisesse conversar. Outros serviços fizeram o mesmo. Porém o que existe de comum nesses serviços é que todos são gratuitos e a venda ocorre em outro nível, geralmente para patrocinadores que queiram se comunicar com o imenso público que esses serviços geram.

Revista Recall: O marketing viral estaria trazendo publicitários e empresas de volta aos tempos do boca-a-boca?

Mario Persona: De certo modo sim. A técnica do marketing viral é contaminar as redes de relacionamento atingindo pessoas com interesses comuns e depois se concentrar em vender algo com base no perfil demográfico desse grupo.
Porém o marketing viral não fica apenas na propagação voluntária, como nos convite para um amigo participar de um site de relacionamento, ou compulsória, como propaganda acrescentada no final de mensagens de e-mail. Em alguns casos o que se busca é criar rumor sobre algum produto ou serviço com algo tão atraente que as pessoas se sintam motivadas a compartilhar isso com amigos.
Um caso clássico foi a forma como os produtores do filme "A Bruxa de Blair" utilizaram para divulgar o filme com um orçamento limitado. A princípio contrataram alguns estudantes para fazer um trabalho de panfletagem em portas de escola. A mensagem dos impressos geravam curiosidade e levavam os adolescentes a visitarem o site do filme na Internet. Criado para parecer um caso real de desaparecimento de adolescentes, cada visitante ficava logo eletrizado pelo que via e sentia necessidade de enviar o link para amigos. Milhões de pessoas foram atingidas dessa maneira, divulgando o filme a custo zero para os produtores.
Mas a estratégia não parou aí. Criado o rumor e o interesse, o próximo passo foi limitar o lançamento a poucas salas de cinema espalhadas pelos Estados Unidos. Com um interesse maior que o número de lugares disponíveis, logo se formaram filas intermináveis nas portas dos cinemas, o que obviamente causou tumultos e atraiu a mídia. Neste estágio o contágio viral chegou até os meios de comunicação que divulgaram o filme na forma de notícia das aglomerações. Esta é também uma das variantes ou conseqüências do marketing viral depois de criar rumor: conseguir publicidade grátis na mídia convencional.

Revista Recall: Existe um retorno comprovado do marketing viral?

Mario Persona: Fica difícil medir, mas é fácil perceber quando uma ação de marketing viral contamina. Grandes empresas têm feito experiências nessa área, criando rumor em torno de uma mensagem, imagem ou vídeo e levando as pessoas a cuidarem da divulgação. O vídeo aparentemente amador plantado no YouTube mostrando o Ronaldinho chutando bolas na trave foi uma excelente forma da Nike promover sua marca e a chuteira que o jogador experimenta na cena.
Parece que quanto menos oficial ou comercial for, maior a probabilidade da mensagem virar "buzz" ou rumor e adquirir um caráter viral. Isso ficou provado pela novelinha criada por uma atriz profissional que se fazia passar por adolescente com o apelido de lonelygirl15 em uma série de vídeos no YouTube. Após a revelação do que havia por trás da história, sua popularidade despencou e os vídeos deixaram de ser tão assistidos como eram antes, embora a atriz tenha conseguido vender sua imagem, dando o pontapé inicial em sua carreira. Isso está obrigando as agências a repensarem a forma de atingir seus públicos.

Revista Recall: Por que as pessoas tendem a se sensibilizar mais com uma publicidade indireta, como acontece no marketing viral, do que com uma campanha descarada feita com propósitos claros e definidos, como é o caso das tradicionais campanhas publicitárias?

Mario Persona: As novas gerações ficarão cada vez mais "vacinadas" contra propagandas no formato convencional e cada vez mais vulneráveis àquilo que sai do convencional, que surpreende até por sua precariedade e caráter pessoal. Muitos profissionais, sem verba para se lançarem no mercado pelas caras vias normais, estão fazendo bom uso dos novos canais para criarem "buzz" e distribuição viral. Blogs, podcasts e videocasts têm deixado evidente o poder da comunicação individual, alguns atraindo um número muito maior de leitores, ouvintes e espectadores do que muitos jornais, rádios e TVs.
O www.drudgereport.com atrai em média dez milhões de visitantes ávidos pelas últimas notícias reunidas por seu criador, Matt Drudge, enquanto o The Wall Street Journal, um dos maiores jornais americanos, tem uma tiragem diária igual a um quinto desse número. Cerca de 300 mil pessoas assistem diariamente o programa www.rocketboom.com, um número que muitas redes locais de televisão não conseguem atingir. E veja que estamos falando de uma ou duas pessoas gerando, graças ao boca-a-boca de sua audiência, um público muito maior do que aquele conseguido por empresas com dezenas de pessoas trabalhando nos moldes da propaganda formal para seus jornais ou programas.
Para ter uma idéia do poder do "buzz" e do marketing viral, pense no Cirque du Soleil, uma companhia com mais de 3 mil pessoas que teve seu espetáculo visto por 50 milhões de pessoas ao longo de seus 20 anos de vida. Enquanto isso, um palestrante motivacional e dançarino, Judson Laipply, ficou mundialmente famoso em questão de semanas graças aos quase 35 milhões de espectadores que recebeu apenas no YouTube e ao boca-a-boca que essas pessoas geraram. É evidente que o Cirque du Soleil é também um grande gerador de boca-a-boca, mas creio que a diferença principal com Judson Laipply e seu número "Evolution of Dance" esteja no acesso imediato aos benefícios. Enquanto a ida ao Cirque du Soleil seja algo que você precisará fazer depois de receber a mensagem, assistir Judson Laipply é imediato, basta um clique.
O mesmo pode ser dito da mídia impressa em relação aos blogs: eles estão ali, imediatamente disponíveis assim que você recebe a mensagem que cria o impulso para uma ação e é imediatamente seguido da realização do desejo de contar para alguém. As empresas que souberem transformar essa equação "mensagem recebida = compra + divulgação" em algo imediato conseguirão explorar toda a potencialidade do marketing viral.

Sete técnicas de marketing viral
Por Renato Fridschtein

"Vai, menino, e cresce em valor; esse é o caminho da imortalidade"-- Virgílio

Se você ainda não sabe o que é marketing viral, não se preocupe. Não é nenhuma febre de diretor de criação, é apenas o nome que se dá a uma técnica que existe há muito tempo, bem antes da Internet, só que com outro nome: marketing boca a boca.
Você sabe: ao tratar bem um cliente ele vai dizer a outras pessoas, atraindo novos negócios. Por outro lado, se o cliente é mal tratado ele não só deixa de comprar de você como vai falar mal de sua empresa e seus negócios vão diminuir.
No mundo dos tijolos é assim e como será na internet? A mesma coisa, mas com um potencial de multiplicação muito maior.
De forma simplificada, marketing viral é qualquer estratégia que encoraja indivíduos a passar adiante sua mensagem de marketing (seu argumento de venda), criando uma oportunidade de crescimento exponencial da exposição e influência desta mensagem.
Como um vírus, esta estratégia usa o rápido crescimento para uma explosão de milhares ou milhões de leitores.

Hoje você verá sete técnicas de marketing viral que servirão para atrair mais visitas e, principalmente, promover o retorno de seus visitantes.

1. Assinatura de email
A primeira técnica é muita conhecida. Assinaturas de email são três ou quatro linhas que você coloca em todas as mensagens de email. Assim toda mensagem que você envia leva seu nome e endereço para os leitores.
Se a informação que você veicula interessar a outras pessoas além do leitor direto, incentive-o a encaminha-la, multiplicando os leitores e espalhando sua assinatura.
Saiba mais sobre esta técnica e aprenda a configurar seu programa de email para que seja automático leia o artigo "Descubra como um site conquistou dez milhões de usuários em um ano e meio de existência sem gastar praticamente nada"
E o exemplo clássico continua sendo o Hotmail, um dos primeiros serviços a oferecer email gratuito via web:
O site dá emails gratuitos,
Uma única linha dizendo "Tenha seu email grátis http://www.hotmail.com/" é anexada ao final da mensagem,
Os internautas usam o email em sua rede de amigos e colegas espalhando a mensagem,
Os amigos e colegas recebem a mensagem e também assinam o serviço,
Os novos usuários usam o serviço, espalhando ainda mais a mensagem.

2. Grátis eu gosto
Dá pra encontrar de tudo gratuito na Internet, não é? Por que será? Será por que as pessoas adoram coisas grátis? Com certeza.
A verdade é que nos adoramos não pagar por algum benefício. Aproveite esta faceta humana e ofereça algo gratuito em seu site, alguma coisa que sirva para espalhar seu endereço e trazer novos visitantes ao site, faça.
A idéia é dar para vender: uma amostra do produto, uma versão reduzida, trinta dias de experiência, um mini curso com informações de pré-venda, você escolhe.
O importante é que seja relacionado ao seu produto e que tenha valor real para o internauta, passando ou reforçando sua mensagem de venda e permitindo que o visitante retorne ao site para comprar ou pelo menos, para obter mais informações.

3. Webcards
Minha mãe adora mandar webcards. São aqueles cartões postais digitais que a gente recebe de vez em quando.
Você lembra como funciona:
O remetente visita o seu site e envia o cartão,
O destinatário recebe apenas um email dizendo que 'fulano@qualquercoisa.com acaba de mandar um web card' e ele deve visitar a página para ver o cartão,
Ele visita a página e responde ou manda para outra pessoa, aumentando a exposição.
É assim que o vírus se espalha, percebe?

4. Ezine
Um ezine é um informativo na forma de email que você recebe de tempos em tempos. O MEiO no Email ou o Webinsider são exemplos e se você ainda não tem, está na hora de pensar nisto.
A questão aqui é publicar artigos que realmente interessem seus visitantes e incentiva-los a encaminhar a mensagem para quantas pessoas quiser.
Eu gosto de dizer: "Se você gostou, envie para um amigo, se não gostou, envie para um inimigo". :-) Brincadeiras à parte, o que importa é ser criativo e ficar concentrado em seu nicho de mercado.

5. Mensagens instantâneas
Um dos maiores sucessos da internet é o ICQ, um programa que permite saber quando algum conhecido está conectado à internet e enviar mensagens para ele que as recebe na mesma hora e responde.
Acontece que para usar o ICQ, ambos os lados têm que ter o programa em seu computador e é está a beleza do negócio: qualquer pessoa que goste do ICQ vai insistir com você que também use. Daí você tem que ir ao site, baixar o programa e se cadastrar no serviço, que é gratuito.
A partir daí ele vai estar lá com você em cada navegação. Com você e mais ou menos 80 milhões de pessoas no mundo todo.

6. Se você gostou deste site, recomende
Você já deve ter visto esta mensagem em alguma página. Um simples script que permite que o visitante que gostou do site envie facilmente uma mensagem para seus amigos.
Há vários sites que oferecem scripts gratuitos. Uma opção brasileira é o http://www.recomenda.com.br/. É bem fácil de colocar em sua página.

7. Tenha um exército de vendedores
Imagine milhares de sites com banners apontando para seu endereço. Imagine só pagar quando uma venda acontecer!
Foi isto que o www.amazon.com fez para se tornar um dos fenômenos da rede mundial. Oferecendo comissão pelas vendas de livros, webmasters do mundo todo aderiram a seu programa e o tornaram a maior livraria do mundo, sem uma loja sequer.

Estas idéias são só o começo e o céu é o limite. Como eu disse, seja criativo oferecendo valor para seus visitantes.
Pense em pelo menos três outras formas de espalhar sua mensagem de forma exponencial (esqueça o SPAM) e ponha em prática, mesmo que pareça maluca. Sem testar, você nunca vai saber.



ABAIXO 3 VÍDEOS DE MARKETING VIRAL:


segunda-feira, 5 de maio de 2008

O que é marketing viral??

Na última quarta feira, o professor LH nos falou um pouco sobre Marketing Viral...

Você sabe o que é isso?

Segundo nossa quarida wikipedia marketing viral são "técnicas de marketing que tentam explorar redes sociais pré-existentes para produzir aumentos exponenciais em conhecimento de marca, com processos similares a extensão de uma epidemia."

Foram mostrados videos que foram colocados na web, como marketing viral...

Por enquanto é isso, em breve vou estar postando um pouco mais sobre Marketing Viral,

Até logo!

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Sujando a roupa!




Uma mídia alternativa que achei muito interessante feita pela Ariel, fábrica de sabão em pó, entre outro pordutos de limpeza.

* pra quem não entendeu: as pessoas irão se encontrar na esquita e se trombar, sujando a roupa, hehehe.

Espero que apreciem!

sexta-feira, 18 de abril de 2008

QR Codes




Nessa última quinta feira o professor LH nos falou mais sobre o celular e suas vertentes. Mas o que quero chamar a atenção é o que ele disse no final da aula sobre QR Codes.


E o que é QR Code??


Todo mundo sabe que os codigos de barras dos produtos que conhecemos podem carregar inúmeras informações. Agora imagine se cada pessoa pudesse ter seu proprio codigo de barras. Melhor ainda, ter um não mas cinco. Pois é, o QR Code é uma espécie de código de barra pessoal.




Quando a pessoa passa um leitor sobre esse código automaticamente ela pode acessar o que a pessoa que possui o código criou ou colocou na web. A pessoa pode criar um scrapbook, um site, e isso só pode ser acessado pelo seu código impresso em algum lugar.


O nome vem de Quicl Response, pois esse código é interpretado rapidamente, mesmo em baixa resolução, como as cameras digitais em formato VGA, tipo as cameras de celulares. Essa tecnologia foi criada pela empresa japonesa Denso-Wave. Se seu celular tem um software que decodifica esses códigos, você ja pode acessar o QR Code de alguém.

Aqui abaixo um exemplo de como é um QR Code:





Para quem quiser também tem um video do metacafe exemplificando o processo:

http://www.metacafe.com/watch/1127021/2_view_qr_code_printed_on_lenbb_lenticular/


Até a proxima!

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Aula sobre o Celular


Na quarta feira passada, o professor Luis Henrique falou sobre o celular, não tanto como mídia, mas explicando como é o aparelho, e como é o seu funcionamento, desde as células que são os perímetros de alcance até os tipo de ondas eletromagnéticas existente: rádio, tv, wireless, e também o celular, entre outros.


Aqui abaixo to mostrando em um pequeno exemplo como funcionam essas ondas, e até a diferença entre AM e FM, no caso do rádio:

É isso ai, até a proxima!!!

segunda-feira, 31 de março de 2008

Pra começar bem....

Olá,

esse blog foi feito pra que possa passar na matéria de News Media na faculdade de publicidade onde estudo....

Mas pretendo fazer algo mais interessante do que apenas postar o que eu entendi das aulas do professor Luis Henrique, espero que gostem.



Pra começar quero citar uma mídia alternativa que podemos dizer que no mínimo foi intrigante. Alguns dias atrás em Sãi Paulo foram vistas em vários pontos da cidade mulheres de lingerie comento ou provando, sei lá, mão e pés de chocolate. Tal iniciativa foi feita pela marca de desodorante Axe, para sua nova fragâbcia.


Para mais informações sobre o assunto acessem o site que a marca criou http://www.irresistivel.net/


Abaixo algumas fotos da campanha: